sábado, 26 de dezembro de 2009

100!

Isto faz-me lembrar um pouco aquela coisa do liceu (bleargh) onde se fazia a festinha da lição número 100. Aqui comemoro, pois, o meu centésimo post. Obrigado a tod@s quantos têm paciência para vir aqui de vez em quando.

Já agora, e caso celebrem, bom Natal. A frase está gasta, mas não vejo outra alternativa de a desejar.

Ou melhor, até há... Como eu não vou lá muito com Natais, prefiro dizer apenas: bom Dezembro!


PS: Porque é que em vez de Dezembro, as famílias não se reúnem em Julho? Não é mais ou menos a mesma coisa? E até se pode fazer a jantarada na varanda ou no quintal, em vez de na sala de jantar.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O mundo é um lugar estranho


Na quarta-feira assisti a dois arco-íris, senti a temperatura ao final do dia subir 10 graus em relação à manhã e à noite senti um sismo. Será que isto chega para fazer os «bosses» mundiais terem juízo em Copenhaga? Não?! É que, às vezes, ainda teimo em acreditar no Pai Natal, nas cegonhas de Paris e nos príncipes.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Bonito, subtil, despojado

domingo, 6 de dezembro de 2009

Playboy já não é o que era


É a primeira vez, em 55 anos, que a capa da revista Playboy tem um homem sozinho. Ricardo Araújo Pereira marca a estreia na Playboy portuguesa. O humorista, considerado como o "homem do ano" pela revista, é capa da edição especial de Natal pela "influência, mediatismo, importância político-social e respeito transversal conferido pela sociedade portuguesa", explicou Sara Esteves Cardoso, directora de comunicação da revista. Depois da Marge Simpson e do Ricardo Araújo Pereira o que virá?

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Tenham vergonha!

A Plataforma Cidadania e Casamento vai utilizar os jogos da 12ª jornada da Liga de futebol para recolher assinaturas no sentido de dinamizar uma iniciativa popular de referendo ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Mais aqui.

Gays fora do Paraíso?

O cardeal mexicano Javier Barragan afirmou que os homossexuais e os transexuais “nunca vão entrar no Reino dos Céus”, num comentário colocado num site católico. O Vaticano distanciou-se imediatamente das declarações, ao afirmar que o site não deve ser considerado uma autoridade no que respeita ao pensamento católico.


PS: Já vi isto comentado em vários sítios, mas o caricato da situação leva a que tivesse de o publicar no meu próprio canto para memória futura.

Terapias de Dezembro

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Sentir ou não sentir, eis a questão


Andei na Baixa, percorri as ruas, vi montras, passeei, tomei café, mas não consegui sentir qualquer espírito natalício.

Não muito, mas contribuí para o banco alimentar contra a fome. Apesar de tudo, aí senti-me bem.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Ho ho ho ou as dezenas de coisas que me tornam numa rena zangada (pode dizer-se reno?)


Acho o Natal uma época tão cínica:

Não suporto:

> que toda a gente diga «boas festas», «boas isto» ou «boas aquilo» apenas uma vez por ano

> que se seja solidário uma vez por ano

> que se contribua para uma causa uma vez por ano

> que as famílias que não se suportam se vejam uma vez por ano

> que se tenha de dar um determinado presente para retribuir um determinado favor prestado ao longo do ano

> que se desespere quando ainda falta comprar um presente

> que se desperdice comida

> que se faça mais lixo do que em três meses

> que as pessoas se esfolem nas lojas para fazer embrulhos

> que toda a gente diga bom Natal e toda a gente nas proximidades do dia 25 de Dezembro

> não conseguir ir ao supermercado comprar um pacote de qualquer coisa sem estar quase uma hora na caixa

> comer bacalhau cozido numa noite que deveria ser de festa

> as pessoas que não abrem os presentes à minha frente

> que digam que uma determinada prenda é «interessante»

> os filmes «bonzinhos» que passam no dia 25 de Dezembro

> o facto de o país parar durante três dias e as pessoas terem de permanecer em casa quando já não suportam mais «festas de família»

> receber SMS de pessoas com quem não falo há mais de três anos

> Cometer alguns dos erros que precisamente estou a censurar.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Os cães ladram, mas a caravana passa


Foi tão ridículo, na segunda-feira, ver o «Prós e Contras», na RTP1, com duas plateias divididas como se estivéssemos num jogo de futebol a ver quem ganhava... se o sim ou o não ao casamento homossexual.

Por momentos, pensei ter descido ao século XV, lá bem fundo, à Idade Média.

Mas houve pior: segundo os partidários do «não», se se for solteiro e homossexual pode adoptar-se. Em contrapartida, se se for homossexual e casado, nem pensar nisso. Confesso que isso me fez ir à cozinha comer um chocolate!

Ficou uma frase: «Os adeptos do referendo apenas o defendem porque sabem que o cenário parlamentar aponta para o sim».

Não vale a pena alongar-me mais. Nem sobre algumas visões que por ali passaram sobre o que é a definição de casamento. Curioso que pensei que estavam a falar de outra coisa qualquer que não a celebração do amor entre duas pessoas... Os cães ladram, mas a caravana passa.