Habituei-me a ouvir diariamente, e durante quase um ano, a sua voz ao telefone. Ao início estranhava; uns tempos depois entranhou; no final criou dependência. Depois, a campainha do pequeno aparelho foi tocando cada vez menos. Do outro lado, a voz esboçou algumas desculpas, que eu, apesar de contrariado e desiludido, disse «entender perfeitamente». Afinal, «ninguém é obrigado a nada». Desligámos comigo a dizer até amanhã. Já passou uma semana...
É estranho e simultaneamente assustador como, em certos momentos, podemos olhar para o nosso percurso pessoal como se não fossemos 'nós' ou como se, por breves momentos, pudéssemos ser um espectador do nossos percursos pessoais. Acho que, ultimamente, tenho sentido isso mais vezes do que devia. Isso deixa-me inquieto, mas ao mesmo tempo tranquilo, por verificar que ainda tenho (alguma) lucidez.
E lá soltei umas gargalhadas esta noite, nos intervalos da TV. Desde a Popota - lembram-se popo popopo popotata - que não via um anúncio de jeito! Cá vai.
A decisão foi comunicada pela agência de telecomunicações governamental que anunciou a "suspensão permanente" do serviço de email da Google adiantando que "em breve" será criado um serviço nacional de correio electrónico para os iranianos.
É por isto que é preciso liberdade a todos os níveis: pessoal, de expressão e de imprensa.
Solange F., lésbica assumida, já é mãe. Nuna nasceu na Clínica de Santo António, na Reboleira, de cesariana, com 2,925 quilos. A namorada de Solange, Catarina, já visitou a bebé.
Só acho mal o nome da criança! Nuna?! Com um nome destes até soava melhor uma Josefina, Idália ou Leopoldina! Anyway: be happy!