sábado, 3 de abril de 2010

Boys don't cry


Não era para escrever sobre isto, mas como as coisas estão livremente publicadas aqui e aqui, basta ler para se perceber do que estou a falar.

Para quem teve paciência de lá ir lá e percebe do que agora falo, espero que possa deixar conselhos mais sábios do que as palavras de circunstância que eu (ou muitas outras pessoas) lá poderia deixar.

Apelo, no entanto, a que as associações e movimentos que circulam pela blogosfera possam ser um amparo, pelo menos em termos de aconselhamento.

Porque há por aqui muitos blogues cruzados, tenho-me apercebido das situações medievais que muitas pessoas - jovens, mas também outras acima dos vinte e muitos - têm passado por terem (ousado?) ser sinceras com a família. Afinal, abertura parece que só na televisão e nos votos (envergonhados) da Assembleia da República.

Acho que anda para aqui uma dicotomia: a da vida real, versus a ficcionada do Parlamento, das novelas e da tolerância fingida (que Portugal ainda não tem).

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Quilómetros de separação

Por mais que tente pensar que não, tenho de tomar por certa a triste conclusão de que não há relações que sobrevivam a mais de cem quilómetros de distância. Sobretudo se não forem cultivadas com espírito de confiança, compreensão e uma dose de nostalgia. E creio que à conta disto vou passar a Páscoa sozinho porque não me apetece cair no ridículo e mais uma vez criar falsas ilusões e expectativas. Talvez já chegue de tentar.

Dúvidas pascais

Porque é que hoje toda a gente nos mails, blogues e redes sociais desatou a desejar boa Páscoa e a enviar imagens com coelhos a sair de dentro de ovos? Porque é que os supermercados andam a dizer que a Páscoa é em família e que se deve ir a correr comprar cabrito, amêndoas e ovos?

Será a Páscoa o novo Natal? Obviamente que o seguimento religioso é óbvio. Já o resto...

Enfim: bom fim-de-semana prolongado, para quem o tiver (uma boa alternativa em vez do assustador «boa Páscoa»).

PS: é isto e o mesmo que dizer mentiras no dia 1 de Abril. Se Natal é quando o homem quiser... (reticências com fartura).

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Notícia do ano!!! Bandeira espanhola vai ser hasteada nas casas de Valença

A Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Valença está a mobilizar a população, através de SMS, para colocar, na próxima terça-feira, em todas as janelas da cidade portuguesa, uma bandeira espanhola como forma de reconhecimento pelo apoio demonstrado pelo autarca de Tui, na Galiza, após o encerramento do Serviço de Atendimento Permanente (SAP). Tenham muito medo dos minhotos!

Why the news sucks?

R: 83% is not new (follow the link).

domingo, 28 de março de 2010

Top ten das músicas mais tristes de sempre

Não coincidem de modo nenhum com as minhas escolhas, mas o site brasileiro «Veja» fez o top ten das dez músicas mais tristes de sempre. No meu top estaria sempre uma desiludida Patsy Cline, um perturbador tema do primeiro álbum dos Goldfrapp ou a pureza de um tema de Rodrigo Leão.


Apesar disso, fica aqui a escolha feita pela revista:

10º - ‘Total Eclipse Of The Heart’ gravado por Bonnie Tyler em 1983.

9º - ‘Hurt’ a versão gravada por Johnny Cash em 2002. A original, da banda Nine Inch Nails, data de 1994.

8º - ‘Love Hurts’ a versão dos anos 70 gravada por a banda Nazareth. A original data de 1961.

7º - ‘Love Will Tear Us Apart’ de Joy Division gravada nos anos 80.

6º - ‘Streets Of Philadelphia’ gravada por Bruce Springsteen em 1993.

5º - ‘Yesterday’ foi gravada em 1965 por The Beatles.

4º - ‘Creep’ dos Radiohead gravada nos anos 90.

3º - ‘The Drugs Don’t Work’ foi gravada em 1997 pelos The Verve.

2º - ‘Everybody Hurts’ dos REM de 1992.

1º - ‘Tears in Heaven’ escrita e interpretada por Eric Clapton em homenagem ao seu filho que morreu com apenas quatro anos.




Patsy, deixo-te o meu abraço!

quinta-feira, 25 de março de 2010

Simplesmente bonito

Ouvi isto na rádio e cortou-me a respiração. Já há muito tempo que não ouvia uma música que me desse um certo «click».
Convido a escutar. Nice and slow.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Alguém me explica como...

... é que eu já dancei isto em tempos? Aliás, foi a partir desta pérola do baú que tive contacto com a música de dança, quando tinha os meus 10 anos. Uma loucura (à data)! :P

Estou cansado...

...no sentido lato da coisa. Às vezes, questiono-me se vale a pena. Não é uma constatação pura e simplesmente depressiva; é sobretudo metafísica.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Quem sou eu?

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