domingo, 16 de maio de 2010

Exigência


Alguém me diz, por favor, o que é feito deste pitéu? Nunca mais as vi! Nunca mais! Lembro-me tão bem do ritual, quando era puto, de as desembrulhar uma a uma, sem rasgar a platina, só para as coleccionar. E as bolachas redondas, que eram as melhores! Se o «Rol» regressou, também quero as «Tuchas» de volta.

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Can you find a title?

Ontem, no programa «Prova Oral», na Antena 3, às 19h50, numa entrevista em que se versava sobre literatura e factos históricos, Fernando Alvim lança esta pérola:

- Quer então dizer que tivemos um rei larilas (referindo-se a Dom Pedro)?

Viva o serviço público de rádio!

Rostos de fúria

Publico isto aqui, apenas para ficar como arquivo. O que mais me impressionou foram os rostos de «fúria» e «regozijo» de quem aplaudia. Se aquelas foram as expressões ali dentro, imaginem lá fora, na rua, no mundo real, em que se podem transformar. É também destes extremismos que eu tenho medo.

O meu blogue foi atacado...

Há uma hora atrás, quando tentava escrever uma nova mensagem, aparecia uma página hackeada com um cartoon do Papa a dizer «Can you find the abuse». Não estou a ironizar, é mesmo verdade! Algum lápis azul?! Friso: aconteceu mesmo!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

I have a dream...

Por que é que o Governo anuncia medidas de austeridade no mesmo dia em que decidiu dar tolerância de ponto? Por que não é frontal e as anuncia num dia normal? É para aproveitar o estado de adormecimento do país? Ou o estado de crença? Sejamos frontais, caramba! Não nego que é necessário ajustar as contas do país, mas ao menos que se aja com frontalidade.

O exemplo não tem muito a ver, mas veja-se o caso progressista da Inglaterra. Fez-se eleições a uma quinta-feira: tudo isto indica muito em termos de mentalidade. Imaginem o que seria fazer eleições em Portugal a um dia de semana?!

Sinceramente, estou cansado. Desde que comecei a trabalhar, sempre pensei que as coisas iriam ser melhor. Nunca vi progressos, Vejo mais esperança nos restantes países da Europa. Acho que é mais fácil ser-se jovem na Europa Central...

Hoje mesmo, por exemplo, estou a trabalhar e estou a ter inúmeros problemas porque a maior parte das instituições públicas está fechada. O exemplo não deveria vir de cima?!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Na segunda-feira, Portugal está de volta

De acordo com os telejornais, a crise acabou, o rating português voltou à normalidade e a nuvem de cinzas foi-se embora. Afinal, estamos cheios de fé, o campeonato acabou e o Mundial está quase a começar. Para a semana o país volta a despertar e o PR vai trazer notícias fresquinhas. Oh, se vai!

PS: Palpita-me que na quinta-feira as praias vão estar cheias mas, por enquanto, sou só eu a divagar. Para mim, a semana continua a ter cinco dias
.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Reality show ou a arte do engodo



No meio do marasmo televisivo de domingo, eis que dou por mim a ver o «Achas que sabes dançar» enquanto acabo o tardio jantar. Já tinha visto outros episódios, mas este pareceu-me mais 'plástico' do que os outros.

Colocarem os concorrentes com mais carisma a repetirem as coreografias para criar suspense e mostrar trabalho (sob uma ameaça de expulsão iminente), separar as gémeas porque uma tem alegadamente mais qualidade do que a outra, criar situações em que um dos membros do par se separam e filmar as palmadinhas nas costas, captar as conversas telefónicas dos concorrentes, pôr o júri a chorar e colocar esse mesmo júri a dizer que «é humano», etc.

«Ya basta»! Reality show assumido? Sim. Mal feito? Não!

Com todos os seus defeitos, o Big Brother afirmava-se como um reality show puro e duro. Era o que era. Não se exigia nem mais nem menos.

domingo, 9 de maio de 2010

Mais ou menos

Porque é que sempre que me perguntam se gostei de algo, eu respondo frequentemente da mesma maneira: «mais ou menos».

Há quem diga que sou um eterno insatisfeito. Eu chamo-lhe esperança de que tudo possa ser sempre melhor.

...Mas também sei dizer que não gostei.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Relaxar ou não relaxar, eis a questão



Há muito tempo mesmo que não fazia uma aula de Body Balance, já que desde que mudei para um ginásio mais de bairro deixei de ter acesso a algumas dessas modalidades mais «xpto».

Senti-me bem, renovado! Só que depois vem a parte do relaxamento, que para mim acaba por ser uma fonte de preocupações. Começo a pensar nas coisas do dia-a-dia e afins. Ou seja: quanto mais quero travar os pensamentos, menos consigo.

Aliás, deve ser das poucas coisas que o ser humano não consegue mesmo intervir: parar de pensar... Enfim, isto já parece um diálogo da idade dos porquês, só falta a música dos GNR a acompanhar.

Mas há mais: ora eu, como sou meio doido (de génio e louco, todos temos um pouco, já diz o povo) e dou por mim a falar sozinho muitas vezes, tenho sempre medo que durante o relaxamento me ponha a falar alto! Medo!

Enfim... tragam-me os compridos! Rápido!

terça-feira, 4 de maio de 2010

Um post absolutamente inútil

Já vai para as duas da manhã e eu frente ao teclado, ainda a trabalhar, e com vontade de fechar a tampa do portátil e enterrar-me na almofada. Ok, o intervalo está feito.... Dever, aí vou eu.